O conceito de agricultura familiar é relativamente recente, pelo menos no Brasil. Tem, talvez, uns dez anos. Antes disso, falava-se em pequena produção, pequeno agricultor e, um pouco antes, ainda se utilizava o termo camponês. Em geral, são agricultores com baixo nível de escolaridade que diversificam os produtos cultivados para baixar custos, aumentar a renda e aproveitar as oportunidades de oferta ambiental.

Mesmo sob adversidades como insuficiência de terras e capital, dificuldades no financiamento, baixa disponibilidade tecnológica, o peso da agricultura familiar para a riqueza do país é importantíssimo. Além de seu papel na diminuição do êxodo rural e da desigualdade social, este setor deve ser encarado como um forte responsável na geração de riqueza, não apenas para o setor agropecuário, mas para a própria economia do país. Em alguns produtos básicos da dieta do brasileiro como o feijão, arroz, milho, hortaliças, mandioca e pequenos animais chega a ser responsável por 60% da produção. Cabe, não apenas ao governo, mas a toda a sociedade melhorar o direcionamento de políticas, e incentivar programas como o PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) para tornar a agricultura familiar mais desenvolvida e próspera.

 

 

Programas como este trazem inúmeros benefícios ao pequeno produtor, como obtenção de financiamento de custeio e investimento com encargos e condições adequadas a realidade da agricultura familiar, de forma ágil e sem custos adicionais; aumento de renda mediante melhoria de produtividade, do uso racional da terra e da propriedade e melhoria das condições de vida do produtor e de sua família. Mas não é só o agricultor e sua família que saem lucrando, o Brasil também ganha com o melhor desenvolvimento da agricultura familiar através da maior oferta de alimentos, principalmente dos que compõem a cesta básica: arroz, feijão, mandioca milho, trigo e leite; e da permanência do agricultor no campo com mais dignidade e qualidade de vida, diminuindo a migração para as grandes cidades.

Com a evolução dos padrões de consumo, ocorreu uma demanda maior para produtos com a qualidade diferenciada, principalmente para aqueles com características mais naturais e/ou orgânicas. Sendo assim, o produto de produção familiar, passou a ter uma qualidade elitizada,  possibilitando um aumento da competitividade e a oportunidade desses pequenos produtores ocuparem cada vez mais espaço no mercado. Cada vez mais estas pequenas agroindústrias estão disputando com grandes produtores em supermercados, verdurões e frutarias, mas a procura ainda é baixa porque os preços são elevados, pois o pequeno produtor não consegue arcar com os custos adicionais como embalagens, transporte e outros, como as grandes indústrias.

 

 

 

A agricultura familiar ainda enfrenta dificuldades de colocar seus produtos no mercado. Deve-se priorizar a “economia solidária”. Cada município deveria abrir uma loja para comercializar os produtos dos agricultores familiares. O governo deve promover uma redução de impostos ou incentivos fiscais aos hiper/supermercados que comercializarem produtos de melhor qualidade (orgânicos, por exemplo) e que adquirirem produção dos agricultores familiares. O transporte dos produtos e a despesa com as pessoas responsáveis pelas vendas deveriam ser dos governos. O SEBRAE e a OCB poderiam pensar uma cooperativa ou formas de comercialização. Existe muita coisa ainda que deve ser feita e A.Camargo tem mostrado que é parceira do homem do campo através de seus ótimos preços, prazos e promoções, visando sempre beneficiar e facilitar o melhor desenvolvimento da agricultura familiar.

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